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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Trabalho Web 2.0 - Perguntas e Respostas - Vídeo




GRUPO – MAR5B:


ALINE SCHLOSSER CUNHA FERNANDA SABA MACHADO JULIANA SATIE MISAWA LUCAS QUINTAS DE CAMPOS MOREIRA PEDRO LUGATTO CINQUINI


VIVIAN MONTEIRO LARSEN

Trabalho Web 2.0 - Perguntas e Respostas

O Google não é a única resposta.

Já procurou algo no Google e obteve logo nos primeiros resultados um site em que alguém perguntou exatamente aquilo, mas para outras pessoas? Era provavelmente o Yahoo! Answers, o mais famoso serviço de perguntas e respostas na internet, mas não o único. Existem diversos sites/redes sociais com o mesmo objetivo, chamados de Q and A (Questions and Answers) em que os usuários tiram suas dúvidas (ou pelo menos tentam) uns com os outros. O professor John Logie da Universidade de Minnesota explica o que são estes sites e porque são usados no vídeo abaixo: www.youtube.com/watch?v=5SPNFIznahk

O serviço do Yahoo!, mais conhecido por todos, é talvez o mais abrangente, pois basta ter uma conta no site que é possível responder a qualquer pergunta, sobre qualquer tema e de qualquer pessoa, inclusive de forma anônima. Apesar da infinidade de temas (que podem ser filtrados), da presença em vários países e do destaque dado para a melhor resposta escolhida pelos usuários, o Yahoo! Answers peca pela falta de interação com qualquer rede social e pela falta de credibilidade, já que poucos respeitam a diretriz de indicar a fonte de origem da informação publicada, além do anonimato e da alta freqüência de piadas como respostas, constantemente votadas como melhor opção, vide www.funnyyahooquestions.com/.

Perguntas também podem ser feitas no Fluther, especializado em conseguir respostas rápidas feitas para as pessoas certas. A plataforma fundada em 2007, e que se juntou ao Twitter em 2010, publica as perguntas feitas automaticamente na timeline dos usuários com maior conhecimento sobre o assunto e tem uma equipe de moderadores voluntários para filtrar publicações, evitar ruídos e elevar a qualidade das informações compartilhadas. Quem pergunta só precisa ser cuidadoso com assuntos particulares, pois com a ferramenta de direcionamento as perguntas não ficam apenas entre amigos, e chegam a quem a base de dados considera um potencial especialista no assunto.

Há também o Quora, rede fundada por antigos funcionários do Facebook, que funciona como clube restrito e só participa quem é convidado em busca da qualificação das respostas obtidas, nunca anônimas. O site tem uma estrutura social similar ao Twitter, em que se acumula seguidores em um perfil. O Ask For Answer também tem a pretensão de ser “mais social” e possibilita maior interação entre usuários, com perguntas feitas ao seu grupo de amigos ou até a uma pessoa em especial. A integração com Facebook e Twitter é outro ponto forte, que permite propagar a pergunta feita para uma comunidade maior.

Outra opção com diferencial chamativo é a Mahalo.com, em que os usuários competem entre si para dar a melhor resposta já que esta vale uma recompensa. O tema é livre, as respostas tem prazo definido para serem enviadas e há a possibilidade de pagar para uma questão ter prioridade nas respostas.

Finalmente, o Travellr é um Q and A temático, feito para que viajantes ao redor do mundo tirem suas dúvidas sobre os destinos que vão visitar, o que fazer, onde se hospedar, etc. E também para que os mesmos ajudem outros turistas que chegarão à sua cidade ou a um lugar já visitado. As repostas costumam ser confiáveis e coerentes, já que o público realmente se interessa pelo assunto discutido. O site foi comprado por uma empresa australiana de seguros de viagem como estratégia de mídia.


Buscar respostas e conselhos através de outras pessoas e amigos na internet é uma tendência e está muito conectada ao conceito de Web 2.0 em que o conteúdo é gerado pelo mesmo grupo de pessoas a que é destinado. O próprio Facebook acaba de lançar uma ferramenta Q and A em forma de enquete que pode ser destinada aos amigos e utilizadores da rede social. Os serviços de Q and A fazem os internautas voltar um pouco no tempo, quando não havia Google para conseguir respostas, e a opinião de amigos, familiares e conhecidos era o que valia, com uma única diferença de que agora é possível consultar ao mundo inteiro.





GRUPO Marcas - 5B:

ALINE SCHLOSSER CUNHA

FERNANDA SABA MACHADO

JULIANA SATIE MISAWA

LUCAS QUINTAS DE CAMPOS MOREIRA

PEDRO LUGATTO CINQUINI

VIVIAN MONTEIRO LARSEN

TRABALHO WEB 2.0 - APLICATIVOS E REDES PROFISSIONAIS



Grupo: Lidia de Campos Zaclis, Luigi Santos Lago de Castro Angelis, Luiz Henrique Lucisano Bin e Marcio Ramos Unrue.

WEB 2.0 - REDES SOCIAIS



Grupo:

Carolina Borges Frateschi, Carolina Magalhães Gil Fernandez, Fernanda Paciléo Trevisan, Jéssica Gismene Uga, Laura Tallarida Serra Martins, Nara Mayumi Ide Capobianco Flora


TRABALHO WEB 2.0 - APLICATIVOS E REDES PROFISSIONAIS

Com a revolução da internet houve uma forte inversão em processos que eram muito comuns antigamente. O envio de currículos, por exemplo, feitos anteriormente através de cartas pelo correio ou entregues pessoalmente nas empresas passou a ser muito mais fácil graças à popularização da internet.

É muito comum termos nossos currículos cadastrados em um ou mais sites como Catho, Vagas, Nube, entre outros. Esses sites fazem a mediação de vagas entre empresas e interessados na posição, tudo isso virtualmente, se houver interesse eles agendam um encontro entre as partes envolvidas. Nestes sites os currículos podem ser cadastrados gratuitamente, porém recomenda-se pagar pelo serviço para garantir mais visibilidade para o currículo.



Os sites de publicação de currículos e as redes sociais profissionais são os meios mais rápidos e práticos de se criar e manter relacionamentos profissionais, pois elas disponibilizam ferramentas para as pessoas interagirem e se promoverem. A interação se dá de maneira muito mais rápida e dinâmica e especifica, pois é muito fácil um anunciante de vaga filtrar as informações que quer achar em um profissional, tendo assim respostas pertinentes a sua busca.


Veja a seguir uma seleção de alguns exemplos de aplicativos e redes profissionais:


Linked in. Trata-se de uma plataforma, que só no Brasil atinge mais de 3 milhões de usuários, que permite que o internauta insira suas qualificações e mantenha contato com sua rede de amigos/contatos e também conheça novas pessoas. O Linked in diz ao usuário qual o grau de conexão que ele tem com outro usuário e como eles estão conectados. Além disso, possui um espaço que funciona como um “mural de anúncios” de vagas disponíveis e outro espaço destinado a recomendações profissionais que outras pessoas podem escrever sobre você. Veja um exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=DL7c3IJUe04


O Twt Jobs é um aplicativo que permite o upload de um CV e o envio do mesmo como um link para tweet para um ou mais contatos do usuário no Twitter. O currículo fica disponível para visualização dentro do próprio Twitter, não havendo a necessidade de utilizar um programa adicional para a abertura do documento.


Business Card2. Como o próprio nome já sugere, este se trata de um aplicativo que permite a criação e envio de um cartão de visitas com um layout que o próprio usuário monta. O cartão fica disponível para envio através de redes sociais, utilização como assinatura de e-mail e divulgação em diversos canais eletrônicos como, por exemplo, sites empresariais. Veja como o Business Card2 funciona em um breve vídeo explicativo (áudio em inglês): http://www.youtube.com/watch?v=mla_O13lYXk&feature=related


Facebook. O próprio Facebook não ficou de fora de se tornar uma plataforma profissional. A maior rede social mundial atualmente também funciona como meio de promover um perfil profissional e manter relacionamentos profissionais. A maioria das empresas dispõe de paginas institucionais dentro do Facebook e os usuários podem publicar em seu perfil informações sobre sua educação, idiomas que falam, empregadores, etc. Além dessa possibilidade de se auto-promover, muitos profissionais afirmam que procuram os candidatos a vagas em suas empresas no Facebook para conhecer um pouco mais sobre as pessoas, seus gostos, hábitos e “aquilo que não contam nas entrevistas”, então cuidado com o que você sai postando no Facebook, uma foto sua na balada não irá lhe arranjar uma entrevista.


Branch Out. Branch Out é um aplicativo que tem como principal concorrente o Linkedin, ou seja, ele é uma plataforma de Networking que tem como principal reforço nessa busca por share contra o Linkedin, estar associada ao Facebook. Essa associação ao Facebook é feita da seguinte maneira: quando você é amigo de alguém no Facebook o Branch Out vai buscar todas as informações e classificar essa mesma pessoa como amigo também, criando assim um histórico de Networking. Outro ponto favorável para o Branch Out é que ele incentiva as pessoas a indicarem o aplicativo para seus amigos com um comparador do nº de amigos, além disso, é possível mandar mensagens, recomendar ou indicar alguém. Um ponto que para alguns é forte e para outros um ruim é o fato de você só conseguir fazer contato com pessoas que você já possui no Facebook, diferente do Linkedin onde você faz contatos com pessoas de outras áreas e não necessariamente amigos conectados. Uma característica do uso desses aplicativos é que as pessoas utilizam o Facebook para ter contatos com amigos e o Linkedin para contatos profissionais, esse fator é uma barreira de entrada do Branch out que está tentando “roubar” share do Linkedin. Uma de suas características é uma ação de combate ao Linkedin que é permitir a importação do perfil do mesmo para facilitar o cadastro. Hoje o Linkedin chegou a dobrar a sua atuação no Brasil tendo mais de 2 milhões de usuários e 75 milhões no mundo enquanto o Branch Out por estar começando agora ainda não tem um número expressivo.


Snaptu. Acabou de ser lançada a versão traduzida para português do Snaptu que é um aplicativo para celular que gerencia todas as redes sociais como Twitter, facebook, entre outros. Além disso, ele oferece noticias e através do Google Blogger, blogs, agenda Googles e outras ferramentas. O sucesso desse aplicativo que tem como especificações um desenvolvimento baseado em Java, fez com que o Facebook comprasse o mesmo por 70 milhões de dólares, pois assim o mesmo faria com que uma maior quantidade de pessoas entrasse pelos seus dispositivos móveis que não tem uma tecnologia muito desenvolvida.



Grupo: Lidia de Campos Zaclis, Luigi Santos Lago de Castro Angelis, Luiz Henrique Lucisano Bin e Marcio Ramos Unrue.

Trabalho Web 2.0 - Cloud Computing

Apresentação sobre o tema Cloud Computing








Grupo: Érika Sayuri, Gabriela Rosário, Julia Martinez, Marcella Milani, Mila Rosas & Renato Melkonian

Trabalho Web 2.0 - Cloud Computing


Basta olhar para o céu e observar algumas nuvens branquinhas e fofinhas, no dia seguinte a mesma coisa, e nos outros dias sucessivamente. Do mesmo jeito que você pode vê-las a qualquer momento e em qualquer lugar, milhares de pessoas também podem, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro, no Brasil e no Japão, ou seja, todos temos acesso às nuvens uma vez que elas estão disponíveis no céu. 
É assim que funciona o Cloud Computing, ou como também é conhecido, “Computação em Nuvem”. Um termo que surge em torno de 2008 para se referir à idéia de utilizar a Internet como plataforma para escrever textos, mandar e receber e-mails, compartilhar arquivos em redes sociais, dentre outros, sem que seja necessário instalar softwares nas máquinas e salvar arquivos no disco rígido.  
Seguindo o princípio da computação em grade, esses programas disponíveis na nuvem, possibilitam acessar arquivos em qualquer lugar do mundo e em qualquer computador, ou qualquer outra gadget, sendo apenas necessário estar conectado à Internet.  
Ter acesso a arquivos e programas em um único sistema sem depender de uma plataforma é apenas uma das várias vantagens de utilizar o Cloud Computing. 


Clique na imagem para aumentá-la

Quem acha que existe apenas um tipo de Cloud Computing, está enganado. São 4 os tipos diferentes dessa ferramenta.  

1) Privada: As nuvens privadas são exclusivas para apenas um usuário, sendo ele o responsável pelo conteúdo gerado naquele programa. 
Ex: Gmail

2) Pública: As públicas, como o nome já diz, são aquelas em que todos têm acesso e os arquivos podem ser modificados por qualquer usuário. 
Ex: Wikipedia

3) Híbrida: É a junção dos Cloud Computing públicos e privados. Aquele documento da nuvem restrita pode evoluir a partir de “outras nuvens”. 
Ex: Google Wave

4) Comunidade: O Cloud é dividido por diversos usuários, sendo eles pertencentes a um grupo específico. Apenas os membros dessa comunidade têm acesso aos arquivos diponíveis. 
Ex: Google Docs. 

Por ser um serviço, os Cloud Computings têm segmentação para atender diferentes públicos. É segmentado em 5 tipos, que foram criados baseados em seus 4 tipos citados acima. 

1) Infra-estrutura como Serviço (Infrastructure as a Service- IaaS): É o Cloud Computing tradicional, ou seja, ele oferece a capacidade daquele programa e espaço para arquivar documentos de acordo com as necessidades do cliente. 

2) Plataforma como Serviço (Plataform as a Service – PaaS): É uma plataforma de serviços disponível no Cloud. As PaaS facilitam o gerenciamento de dados na segurança, na aplicação de serviços, criação de aplicativos, dentre outros. Tudo isso por um custo mínimo, sem ter os eventuais problemas de gerenciamento do software. 

3) Desenvolvimento como Serviço (Development as a Service – DaaS): Faz com que seja possível a virtualização do desktop. É possível que os usuários utilizem sua área de trabalho em qualquer gadget.  

4) Software como Serviço (Software as a Service – SaaS): É a utilização de um software pela Internet. 

5) Comunicação como Serviço (Communication as a Service – CaaS): São hardwares e softwares utilizados por um grupo de usuários (empresas) gerenciados por terceiros, como: VoIP (Voice over IP), mensagens instantâneas, teleconferências, criação de planilhas e recursos utilizados em toda a empresa, a partir de uma base de serviços.
O CaaS oferece uma garantia na qualidade dos serviços prestados,  tudo isso, a partir do “pay as you go”, ou seja, paga somente pelo tempo que o aplicativo é utilizado.

Alguns exemplos de serviços top of mind do segmento de Cloud Computing são: Google, Amazon Web Services (AWS), Flickr, Spotify, Windows Live, Dropbox, YouOS, G.ho.st, eyeOS e Zoho.
Cada um deles atende a uma necessidade diferente, no entanto, todos funcionam da mesma forma, a partir de compartilhamento de dados e acesso ilimitado online.

Google: O  site  Google é todo baseado em Cloud Computing. Todos os programas (Gmail, Google Wave, Google Docs, Google Maps, Orkut) estão disponíveis para os usuários e não necessitam de instalação. As informações deixadas no site são salvas na web e as atualizações estão a cargo do provedor.

Amazon Web Services: O AWS é um serviço que fornece ao usuário acesso programático à infra-estrutura de computação. É usado diretamente no site do Amazon.

O site disponibiliza vários serviços na Web, como: serviços de bloco de construção básicos que satisfazem as necessidades principais da maioria dos sistemas (armazenamento, computação, sistema de mensagens e conjuntos de dados). O risco que o usuário corre é no caso do site ficar fora do ar, ele não ter a possibilidade de consultar seus dados.  


Flickr: O Flickr, também considerado uma rede de compartilhamento de fotos, é um site de hospedagem da web. É muito utilizado para divulgação de documentos gráficos,  como desenhos e ilustrações.

Spotify: É um serviço britânico que possibilita aos usuários escutar, trocar e baixar músicas via web. Esse serviço tem o aval das gravadoras do Reino Unido, por isso é completamente legalizado, mas não chegou ao Brasil ainda. As pessoas que conhecem e têm interesse no site, tentam burlar o cadastro para poder utilizar no Brasil.   

Windows Live: O  Windows Live oferece uma série de serviço como o Hotmail, que é uma conta de e-mail, o Pacote Office para ser usado pela web sem custo nenhum e o Web Messenger, um serviço de mensagens instantâneas, que é uma versão reduzida do MSN.

Dropbox: É um sincronizador de arquivos onde você coloca seus documentos, podendo acessar de qualquer gadget (iPad, Notebook, computador, iPhone).

EyeOS: Destinado para escritórios, é baseado na área de trabalho de um sistema operacional. O eyeOS oferece aplicações como um processador de texto, calendário, gerenciador de arquivos, navegador, calculadora, dentre outras ferramentas presentes no sistema operacional, tudo isso dentro de um navegador de Internet. Basta que o computador tenha acesso à Internet e a um browser, como por exemplo o Safari.

 YouOS: É um Sistema Operacional para rodar na Internet. Todos os seus arquivos disponíveis no Desktop são arquivados no YouOS,  possibilitando o acesso de sua mesa quando você precisar.

G.ho.st: Também é um Sistema Operacional todo criado para ser utilizado via Web. É muito funcional, já que pode ser acessado de qualquer computador.

Zoho: É um serviço predominantemente para escritórios, possibilitando ao usuário a elaboração de textos, edições de documento e planilhas via web.

Com previsão de crescimento de 60% até 2013 só no Brasil, o mercado de Cloud Computing ainda tem muito o que evoluir, já que, muitos ainda consideram essa ferramenta um pouco obscura. Hoje, 14,5% das empresas pretendem aplicar o Cloud em seu dia-a-dia, sendo que, 18% já utilizam de alguma forma de Cloud Computing. 

Segue uma apresentação extra feita pelo grupo mostrando o uso de um serviço de Cloud Computing chamado Prezi: http://prezi.com/



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Grupo: Érika Sayuri, Gabriela Rosário, Julia Martinez, Marcella Milani, Mila Rosas & Renato Melkonian