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sábado, 30 de abril de 2011

[ecomm] Selaria Richards

A Richards sofreu durante os últimos 10 anos uma expansão muito forte, lojas foram abertas em diversos pontos e a marca começou a popularizar-se de maneira tremenda. Como toda expansão, muitos pontos negativos aparecem e um dos principais que ocorreu para a Richards foi o afastamento que a marca teve com seu core business, cintos e sapatos de couro. A gama de produtos cresceu de maneira ininterrupta e a essência da marca acabou se perdendo.



Pensando nisso, a empresa resolveu criar um espaço que vendesse apenas os tão famosos acessórios da marca, sapatos e cintos principalmente e também bolsas e pastas. Tudo de couro. Além disso, a marca resolveu vender também alguns objetos que servissem de complemento do look, objetos que são a cara das roupas que a Richards, como porta-retratos, jogos de Gamão e Damas, cadeiras de praia entre outros.




A loja foi denominada Selaria Richards e foi inaugurada no Rio de Janeiro no começo do ano. Os planos de abrirem em outros locais acabaram demorando mais do que o esperado o que deixou muitos clientes decepcionados. Para resolver esse problema a marca resolveu criar em seu website um espaço destinado apenas para o mundo Selaria.





Nele você encontra tudo o que vende na loja e até mesmo diversas promoções. Para os consumidores que reclamavam nas lojas que queriam mais ofertas de sapatos e cintos (tipo eu) podem alegrar-se devido a vasta gama de produtos que a loja online apresenta. O site é bem simples para até os leigos em compras online conseguirem efetivar suas compras.

De volta para o couro.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

[ecomm] Personalização online


Marketing one to one não é nada novo no mercado, muitas empresas vêm trabalhando essa estratégia no portfólio dos seus produtos procurando atrair mais clientes e destacar-se de seus concorrentes.



No setor de luxo, a verdade é que isso sempre ocorreu. No início do século passado quando grandes nomes como Louis Vuitton, Mademoiselle Chanel, Nina Ricci e Jeanne Lanvin estavam vivos o marketing one to one ocorria todos os dias. Os clientes apareciam em seus ateliers a procura de peças únicas e exclusivas para seus guarda-roupas. Com a produção em larga escala, esse costume foi desaparecendo e consequentemente com o passar do tempo e a (infeliz) morte desses artistas tal hábito foi literalmente desaparecendo.





Uma tentativa de resguardar esse processo por incrível que pareça vem ocorrendo nos sites das marcas, como é o exemplo do e-shopping da Louis Vuitton, nele você pode escolher um produto (já no portfólio da marca) e personalizar o próprio acrescentando suas iniciais na cor e na posição que você bem entender. Para obter uma peça personalizada o passo a passo é muito simples, basta escolher o produto, apontar as inciais escolhidas para gravarem neste sua cor e posição.







Embora ainda esteja longe do exclusivo processo que M. Vuitton criava para seus principais clientes, vejo tal fato como uma busca pela elegância do passado muito atual. O uso da tecnologia do e-commerce oferece a uma extensa gama de clientes uma personalização de peças que poderiam ser mais uma, ou melhor, uma bolsa Louis Vuitton.

quarta-feira, 16 de março de 2011

[ecomm] Luxo Online

A indústria da moda é conhecida pela sua competitividade acerrada e sua necessidade por novidade a cada temporada. Ambos preceitos para se manter "vivo" nesse ramo multibilionário vêm trazendo cada vez mais novas soluções para se destacar dos concorrentes.





Levando em conta essas necessidades básicas o que vem acontecendo nos últimos anos nesse segmento é a inserção de grandes competidores no comércio online, vulgarmente conhecido como e-commerce. É o caso por exemplo da gigante House of Gucci, a popular Louis Vuitton e outras mais exclusivas como Loewe e Balenciaga.



No caso da Gucci,a marca vem investindo no comércio virtual a quase 9 anos, sendo umas das primeiras marcas de moda de luxo a entrarem nesse setor, e pelo que tudo indica esse novo negócio vem sendo praserosamente lucrativo. As vendas online representavam em 2009 de 7% à 10% do faturamento total das vendas nos Estados Unidos, conforme afirmou a até então presidente da América Norte e Sul Daniella Vitale, ainda em sua declaração ela afirmava que o crescimento era "fenomenal", os planos da marca eram de crescer ainda mais e explorar novos mercados geográficos ( como uma loja online que atenda o Brasil), uma vez que o consumidor encara a experiência da compra online do mesmo modo que a compra física numa das luxuosas lojas da Gucci, o que pode ser comprovado devido as preços do site serem exatamente iguais aos cobrados nos pontos de venda.




A afirmação da ex-presidente da marca em 2009 deu certo, já que no final do ano passado a House of Gucci estreou uma flagship virtual, ou seja, uma loja conceito dentro da loja online. O frenesi causado deixou os fãs eufóricos abrangindo ainda mais as conectividades da marca, estando presente no twitter, facebook, youtube, ipad app entre outras ramificações tecnológicas.



Com vendas online ou não, a House of Gucci não perde a classe nem quando começa a competir em um setor no qual empresas de bens de consumo são as grandes estrelas até porque o nome dado a esse varejo não poderia ser Online Store como muitas outras, e sim Online Boutique. Um luxo não?